quinta-feira, 16 de abril de 2015

Qual seria a sensação de ser enjaulado?

  O tráfico de animais silvestres é crime e denunciar é uma das maneiras mais eficazes de combater essa prática que movimenta cerca de 20 bilhões de dólares por ano. Para ter uma dimensão sobre isso, somente o nosso país é responsável por 1 bilhão de dólares desse valor e pela comercialização de mais 12 milhões de animais.

  Com o intuito de conscientizar as pessoas, a agência OpusMúltipla teve a ideia para o Mater Natura (Instituto de Estudos Ambientais) de fazer com que as pessoas tivessem a mesma sensação de um animal quando é capturado. Para isto, foram colocados adesivos com imagens em 360º de pessoas aprisionadas na jaula.

  A ação que aconteceu no elevador do edifício New Concept em Curitiba, no Paraná, termina com a mensagem: "Nenhum animal gosta de se sentir assim. Denuncie o tráfico de animais silvestres. 0800-61-8080 Linha Verde IBAMA". 


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Uma ação que pode salvar vidas!

No Brasil, existem milhares de abrigos para animais, onde quase todos estão superlotados. Muitas pessoas ainda preferem pagar caro por um animal do que a adotar um. 

O projeto chamado "Animais Valiosos" criado pela agência NBS para a Associação Quatro Patinhas, em parceria com a Visorama e a Sonido tem o objetivo de mostrar que não existe diferença entre animais com ou sem raça. E para diminuir esse triste problema, a agência resolveu convidar um pet shop a ceder os seus expositores durante um dia. Em vez de animais à venda, foi colocado apenas animais para adoção, sem avisar às pessoas, até porque melhor que comprar uma vida, é salvar uma.

Através de câmeras escondidas pela loja, registraram a reação das pessoas ao serem informadas que os animais que elas estavam interessadas em comprar poderiam ser levados de forma gratuita pra casa. Ao final, a Christianne Duarte, Presidente e Fundadora da Associação Quatro Patinhas completa: "No final das contas, o que vale é a empatia entre a pessoa e o animal, não faz diferença se o animal é de raça ou sem raça, o que vale mesmo é o amor que vai rolar entre a pessoa que está no pet shop e o bichinho que está ali na vitrine". 



A verdade mesmo, é que eles só precisam de uma chance, tanto animais como humanos.
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Quando a publicidade manda bem! (1)

"A verdade que vem com o vento. "

  O Câncer é um assunto que consegue impactar fácil a vida de muitas pessoas. Qualquer notícia sobre o tema nos faz pensar e refletir mais sobre a nossa passagem pela terra. 
  Uma empresa de shampoo suéca criou um outdoor interativo no metrô de Estocolmo mostrando o drama de se viver com a doença. De início parece uma publicidade de Shampoo, mas ao passar do trem soprando aquela ventania de sempre, as pessoas conseguem ver o real sentido do outdoor.


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A amizade comovente de uma menina autista de 5 anos com seu gato de terapia

Thula, é uma gata que tem quase 1 ano de idade da raça Maine Coon. Esta raça é conhecida como a mais inteligente e gentil do mundo dos gatos e embora ela seja ainda pequena e jovem, Thula não decepciona. Seu caráter suave e compassivo é especialmente importante para Iris, uma jovem garota que com autismo.

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  Carter-Johnson, a mãe de Iris, tinha quase desistido na busca de um companheiro animal terapêutico para sua filha. Quando a menina se deu bem com um gato siberiano que sua família estava cuidando no Natal,  "Qualquer atividade que estamos fazendo, Thula está lá e quer se envolver", conta Carter, desde a chegada de Thula.    Desde a chegada da Thula, Iris demonstrou mais entusiasmo para se envolver, conta a mãe - “Iris está mais ativa pelas manhãs agora. Antes de Thula, sempre foi difícil conseguir que ela ficasse mais desperta. Ela está mais fácil de se engajar em atividades e houve mudanças em nossos passeios de bicicleta”.
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“Iris passou por um estágio no último ano de odiar tomar banho e lavar os cabelos. Thula foi ficando na banheira com Iris e até me deixar colocar xampu nela também para ajudar a Iris.”
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  Carter conta que não foi aconselhada para ter animal de terapia, mas "quando você pesquisa o autismo, existem histórias que surgem de tempos em tempos, sobre os efeitos maravilhosos que animais podem ter em uma criança com autismo”. Sendo assim, levou Iris para o Equoterapia, mas "ela não pareceu muito interessada em cavalos naquela época. Então comecei a pensar sobre um cão de terapia. O que não deu muito certo, pois a mãe conta que Iris e o cão não se davam muito bem, ela odiava ser lambida e não gostava também do rabo abanando, a hiperatividade do cão iria magoá-la. Então, por um tempo ela desistiu da ideia. Então decidiu ter um gato de terapia depois de ler mais histórias sobre como eles ajudaram as crianças com autismo, mas novamente Iris não teve interesse e o gato pareceu não gostar dela também, contou Carter.
  Carter disse que já estava desesperada,
“a essa altura eu estava ficando sem ideias. Eu não podia continuar tentando diferentes animais, não foi justo com nenhum e não estava ajudando Iris”, quando a namorada do irmão de Carter  precisava de um lugar para deixar o seu gato durante as férias de Natal, "e nos oferecemos para cuidar dela enquanto eles estavam viajando. Ela era uma linda siberiana e Iris imediatamente se conectou com ela.”
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sábado, 11 de abril de 2015

Estudante de medicina divulga receitas veganas em vídeos de 15 segundos no Instagram

  Acho digno começar esse blog com uma matéria tão inspiradora como essa. Não sou vegetariana (apesar de estar nas minhas metas futuras), mas queria deixar claro que não sou, não pelo fato de "não conseguir" porque isso não existe. A verdade é que não tem nada na vida que você não consiga, é tudo uma questão de força de vontade! Se você quer, vá à luta!


  A paulistana Juliana Moraco tem o alibi mais usado por pessoas que querem alguma desculpa para não se tornarem veganas: ela não tem tempo. Cursando o 4º ano do curso de medicina da Unifeso (Centro Universitário Serra dos Órgãos), morando sozinha e longe dos pais, Juliana ainda encontrou espaço na agenda para divulgar o veganismo, dispensando o alibi.
  Quando passou para o curso de medicina e foi morar em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, Juliana ainda era ovolactovegetariana. “Eu sempre fui vegetariana, até antes de nascer. Meus pais são vegetarianos e fui criada até os 5 anos, mais ou menos, com alimentação basicamente macrobiótica, da qual eles eram adeptos.” – explicou em entrevista ao Vista-se.
  Após os 5 anos, com as festinhas de aniversário e outros compromissos infantis cheios de brigadeiros, começou a consumir laticínios e outros derivados de origem animal. Aos 24 anos de idade, porém, ela decidiu mudar, por compaixão aos animais. Há pouco mais de um mês Juliana conseguiu retirar todos os derivados de animais de sua alimentação e está mudando todo seu jeito de consumir produtos.
  Animada com a ideia e com a ajuda do namorado (que ainda não é vegetariano), Juliana lançou o Veganize-se (@veganize_se), um canal de vídeos no Instagram com receitas veganas. Mas tem uma curiosidade: a rede social que ela escolheu, para uso em smartphones, não aceita vídeos com mais de 15 segundos. “É muito complicado resumir as receitas a 15 segundos. Escolho cuidadosamente as partes mais importantes e, às vezes, deixo de fora temperos e alguns processos menos essenciais, que escrevo na descrição do vídeo.” – disse.
  A estudante ainda não se considera vegana, já que o processo para mudar cosméticos e alguns itens de vestuário ainda está em andamento. E ela compartilha esses momentos de descoberta sobre produtos não alimentícios no Veganize-se também.
  Sobre o por que ter escolhido uma ferramenta que limita os vídeos a 15 segundos, Juliana brinca: “Eu ficava cansada de assistir a vídeos de receitas nos quais por vários minutos ouvia a pessoa comentar sobre os ingredientes. Sou uma pessoa muito agitada e ansiosa, estudo muito e quase não tenho tempo.” – disse.
  O namorado de Juliana ajuda nas filmagens, mas é ela quem edita e publica os vídeos com um aplicativo para iPhone. Segundo a futura médica, o Veganize-se é também uma forma de garantir que ela vai chegar ao seu objetivo, que é tornar-se vegana o quanto antes. Muitas pessoas que estão vivendo a mesma fase da vida de Juliana provavelmente vão se identificar.
  Entre as receitas mostradas em 15 segundos estão uma versão saudável e funcional de brigadeiros, coxinha vegana, tempurá de legumes, nuggets veganos, leites e queijos vegetais. Juliana tem também um canal no Youtube (acesse aqui) onde coloca as mesmas receitas em versões estendidas, com cerca de um minuto cada.

Matéria tirada do Vista-se
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